Bem-vindo ao tour de áudio autoguiado do CEAEC.
São 17 pontos de acesso às informações sobre o campus CEAEC pelos quais você terá uma visão ampla do campus e da Conscienciologia. Siga os números do mapa que começarão na área de recepção em frente ao grande mapa do campus e terminarão na praça da paz no centro do campus. Você pode acessar as informações digitalizando os códigos QR impressos nos estandes de cada ponto designado ou acessando-os pelo site do CEAEC. Aproveite o passeio!
Bem-vindo ao centro de altos estudos da conscienciologia – ceaec. O ceaec é uma organização científica, de cunho não religioso, apartidária e sem fins de lucro. Fundada em quinze de julho de mil novecentos e noventa e cinco por voluntários da conscienciologia, é hoje administrada pela associação internacional do centro de altos estudos da conscienciologia.
Primeira das dezenas de instituições conscienciológicas existentes na cidade de foz do iguaçu, o ceaec tem como objetivo ser local de pesquisa, educação, cultura e práticas parapsíquicas, reunindo pesquisadores interdisciplinares, oriundos de diferentes pontos do país e de outras nações. Aqui, em uma área de duzentos e quarenta e três mil metros quadrados, você vai encontrar ambientes preparados para o debate e o intercâmbio de ideias, ao modo do tertuliarium, com atividades gratuitas diárias, transmitidas online.
Na holoteca e no holociclo você vai se deparar com um vasto acervo de livros, dicionários e coleções provenientes de diferentes culturas e países.
Para os interessados em investir no autoconhecimento, o ceaec oferece dezessete laboratórios de autopesquisa e hospedagem aos pesquisadores, além de dois atrativos catalisadores da reflexão contínua: a aléia dos gênios e o megálito, um monumento destinado à paz mundial.
Tudo isso imerso em recantos idílicos naturais, ornamentados pela fauna e pela flora típicas da região, fazendo do ceaec um verdadeiro balneário bioenergético, local otimizado para a aplicação lúcida das bioenergias, visando o desenvolvimento consciencial.
A conscienciologia é uma ciência voltada ao estudo da consciência, ou seja, nós mesmos, em nossas mais diversas facetas. a consciência sou eu, é você, é todo ser inteligente capaz de se manifestar neste universo – e até mesmo além dele.
A abordagem da conscienciologia difere da ciência convencional ao fundamentar-se em alguns princípios próprios.
Em primeiro lugar, esta nova ciência admite a imortalidade da consciência e a existência de múltiplas vidas, isto é, considera que todos nós já tivemos experiências anteriores, em outros corpos, antes da vida humana atual. Assim, somos hoje o resultado dessas experiências, acrescido das influências da genética do novo corpo humano e do meio em que vivemos.
A conscienciologia também propõe a hipótese de possuirmos mais três corpos ou veículos de manifestação, além do corpo físico, que nos capacitam a interagir, de modo lúcido ou não, com dimensões existenciais e energias mais sutis.
Sendo assim, o estudo do parapsiquismo, ou das percepções humanas além dos cinco sentidos, é um dos pilares da conscienciologia. as manifestações parapsíquicas são entendidas como inerentes à consciência, sem cunho religioso ou místico.
As atividades da conscienciologia, no brasil e no exterior, são desenvolvidas por meio de organizações que oferecem cursos, palestras, oficinas e publicações para o desenvolvimento e pesquisa da consciência.
O princípio norteador desta ciência e de suas instituições é o princípio da descrença, que indica a experiência pessoal, direta, objetiva e auto-verificável, na condição de elemento balizador dos seus achados.
Não acredite em nada, nem mesmo no que dizem os pesquisadores da conscienciologia. Experimente. Tenhas as suas experiências pessoais. Eis o lema desta ciência.
A Cognópolis Foz, ou cidade do conhecimento, é um local de aprendizado e descobertas. Ao modo de uma universidade aberta do voluntariado, aqui se realizam atividades singulares de pesquisa e educação, desenvolvidas por uma comunidade interdisciplinar de professores, pesquisadores e escritores de diversas áreas.
O projeto começou em mil novecentos e noventa e cinco, quando voluntários da conscienciologia conceberam um centro de pesquisas especializado a ser instalado na região leste de foz do iguaçu. assim surgiu o embrião da futura comunidade permanente de pesquisadores da consciência: O CEAEC – centro de altos estudos da conscienciologia.
Antes chamada de região do rio tamanduazinho, esta área de mais de um milhão e quinhentos mil metros quadrados hoje é oficialmente o bairro de Cognópolis e recebe visitantes de várias partes do mundo para conhecer, passar determinado período ou se radicar permanentemente aqui.
O maior empreendimento previsto para a Cognópolis é a construção do Megacentro Cultural Holoteca, que será um espaço internacional único de exposição cultural e científica, com projeto arquitetônico assinado pelo renomado arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.
Além do pioneiro CEAEC, estão presentes outras vinte e duas organizações conscienciológicas, que são organizadas em diversos campi e agregam grupos dedicados ao estudo e desenvolvimento de diferentes especialidades da conscienciologia. Também estão presentes nove condomínios residenciais com um total de cento e setenta residências.
O hotel Mabu Interludium Iguassu Convention, com cem apartamentos e suítes em uma área de vinte e dois mil e quatrocentos metros quadrados, oferece um agradável ambiente de hospedagem e lazer, além de completa infraestrutura para eventos e exposição permanente de fotografias de objetos das coleções da Holoteca.
Uma comunidade inteira voltada à pesquisa da complexidade da consciência considerando as bioenergias, as vidas sucessivas, as múltiplas dimensões e também os veículos de manifestação conscienciais além do corpo físico.
Waldo Vieira nasceu no dia doze de abril de mil novecentos e trinta e dois em Monte Carmelo, interior de Minas Gerais. Aos doze anos, mudou-se para Uberaba, permanecendo lá durante pouco mais de duas décadas.
Concluiu a escola básica e cursou duas faculdades: odontologia e medicina. Em mil novecentos e sessenta e seis, mudou-se para o Rio de Janeiro. No mesmo ano, viajou para o Japão, onde pós-graduou-se.
Em dois mil, fixou residência em Foz do Iguaçu, onde viveu quinze anos.
A história de Waldo Vieira é marcada pela aptidão parapsíquica manifesta desde a primeira infância e pela dedicação irredutível em investigar o parapsiquismo detalhadamente e exaustivamente. As pesquisas desenvolvidas durante toda a sua vida resultaram no corpus da conscienciologia, ciência experimental por ele proposta no início da década de noventa.
As experiências parapsíquicas começaram a ser percebidas quando o garoto tinha apenas três anos. Alfabetizado aos quatro, já aos nove o pequeno Waldo era colecionador de livros, gibis, selos, cartões e objetos, merecendo destaque, dentre as coleções, a biblioteca, embrião da atual holoteca.
Waldo morou no colégio do triângulo mineiro em Uberaba a partir dos doze anos, onde trabalhava para custear seus estudos e estadia. A seguir, com a fundação das faculdades, tornou-se dentista e médico.
Aos catorze anos, já havia relacionado mais de duzentos fenômenos, dentre eles a projeção consciente.
As atividades mediúnicas, iniciadas aos quinze anos no centro espírita casa do cinza, assim como sua participação dentre as lideranças da mocidade espírita cristã, revestem a relação de waldo vieira com o espiritismo de um caráter formal, acentuado mais tarde na ocasião do encontro com Chico Xavier e dos feitos resultantes de uma década de parceria, a partir de mil novecentos e cinquenta e cinco. Waldo levou Chico Xavier do município de Pedro Leopoldo para Uberaba, deu início à urbanização do bairro Parque das Américas, construiu a casa onde ele e Chico moraram por sete anos, inaugurou o Centro Comunhão Espírita Cristã e implantou a clínica médica gratuita na qual atendia aproximadamente uma centena de pessoas por dia.
Das vinte e seis obras espíritas publicadas por Waldo, dezoito foram psicografadas com Chico Xavier. Também juntos desenvolveram inúmeras campanhas de arrecadação e distribuição de donativos e realizaram várias viagens nacionais e internacionais para difusão do espiritismo.
Após seu desligamento do espiritismo, em mil novecentos e sessenta e seis, Waldo passou a morar no Rio de Janeiro. Especializa-se em cosmiatria no Japão e intensifica sua carreira profissional na medicina. Na capital carioca, dedica-se à organização dos achados investigativos acumulados, incrementa as fontes de pesquisa e sistematiza o conhecimento processado desde a adolescência sobre o parapsiquismo.
Em mil novecentos e oitenta e um, Waldo publicou o livro Projeções da consciência: diário de experiências da consciência fora do corpo físico a fim de introduzir a neociência projeciologia. No mesmo ano, abre as portas da própria casa a pesquisadores interessados no assunto. A reunião sistemática deste grupo de estudiosos resulta na implantação do Centro de Consciência Contínua.
Em mil novecentos e oitenta e seis, publica o primeiro tratado, Projeciologia: panorama das experiências da consciência fora do corpo humano. No ano de mil novecentos e noventa e quatro, lança o segundo tratado, Setecentos experimentos da conscienciologia. As duas obras reúnem os fundamentos teóricos e os procedimentos técnico-metodológicos que apresentam a conscienciologia como ciência experimental.
Em mil novecentos e oitenta e oito, Waldo funda o atual Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia – IIPC, e institucionaliza a ciência, sistematizando o ensino teórico-prático do paradigma consciencial.
Em janeiro de dois mil, Waldo fixa residência no campus CEAEC, onde inicia seu mais audacioso projeto, a Enciclopédia da Conscienciologia.
Paralelamente à produção da enciclopédia, publicou cinco tratados científicos: Homo sapiens reurbanisatus, Homo sapiens pacificus, Dicionário de argumentos da conscienciologia, Dicionário de neologismos da conscienciologia e Léxico de ortopensatas. Além das obras de referência, consideradas clássicos da conscienciologia, Waldo escreveu mais dezesseis livros conscienciológicos.
Foi incluído nas publicações “Who’s who in the twenty first century” e “Dictionary of international biography” organizadas pela instituição inglesa International Biographical Centre.
De novembro de dois mil e dois a junho de dois mil e treze, Waldo ministrou tertúlias à tarde e, de maio de dois mil e doze a junho de dois mil e quinze, realizou tertúlias matinais, ambas abertas ao público.
Em abril de dois mil e doze, Waldo propõe o círculo mentalsomático, vindo a participar de cento e sessenta edições do evento semanal que reúne para debate no tertuliarium, aos sábados pela manhã, autores, autorandos e demais interessados no intercâmbio de ideias e pesquisas e nas discussões sobre temas e sentidos da escrita.
Na qualidade de pesquisador independente, Waldo defendeu o pensamento livre, ético e responsável tendo como expressão a pesquisa exaustiva, ampla, complexa e cosmovisiológica comprometida com a evolução das consciências. Doou o patrimônio intelectual e material (bens culturais) de uma vida inteira às instituições que criou para este fim.
Morreu em 2 de julho de 2015, deixando o vasto legado de um consistente e inspirador conjunto de ideias representadas por monumentos construídos material e energeticamente, prédios e espaços consolidados na criação do bairro Cognópolis em Foz do Iguaçu mas, sobretudo, concretizadas por meio de obras registradas por escrito ainda para serem exploradas plenamente. Além disso, Waldo tornou sua vida exemplo de coerência, expondo claramente a abnegação com a qual encarava os propósitos existenciais, de modo criativo, curioso, detalhista, exaustivo e incansável, resultando em incessante produtividade. Evidenciou no dia a dia como é possível viver com lucidez e discernimento, acolhendo a todos com infindável paciência, pacificação e fraternidade, demonstrando na prática o conceito de amizade raríssima.
Situada na região trinacional do Brasil, Paraguai e Argentina e conhecida por ser cidade de todos os povos, Foz do Iguaçu possui um mosaico de idiomas e sotaques. Nas ruas, sons do guarani, português, espanhol, chinês e árabe refletem a expressão de um município cosmopolita.
Com uma dinâmica de interrelações intensa, Foz do Iguaçu está inserida em uma fronteira onde paraguaios assimilam as nuanças do português; alguns argentinos escolhem o lado brasileiro para morar e os brasileiros, o Paraguai para trabalhar.
A ponte da amizade, ligando Ciudad Del Este a Foz do Iguaçu, sela a união entre brasileiros e paraguaios. Já a ponte tancredo neves, conhecida como ponte da fraternidade, que une Foz do Iguaçu e Puerto Iguazú, representa os laços entre brasileiros e argentinos.
Por ser um ambiente multicultural e com força geopolítica, Foz é laboratório ideal para futuramente ser uma célula do estado mundial, cuja base é a política de cooperação, intercâmbio e integração universalista entre as nações. Envolvida por uma área verde que representa 69% de seu território, o município tem uma farta reserva naturezal. Contornada pelos rios paraná e iguaçu, exibe um dos últimos repositórios da mata atlântica do Paraná e do Brasil: o Parque Nacional do Iguaçu, uma área de 175 mil hectares nos limites com a Argentina, onde estão as exuberantes Cataratas do Iguaçu, com suas 275 quedas d’água.
A natureza abundante faz da cidade um balneário bioenergético impulsionado pelo potencial em hidroenergia, geoenergia e fitoenergia.
O tertuliarium é o primeiro debatódromo do planeta, uma obra arquitetônica inédita, projetada e construída no CEAEC a partir do esforço conjunto dos voluntários da conscienciologia especialmente para a realização e transmissão das tertúlias conscienciológicas, ou o curso de longo curso, diariamente, das doze e trinta às catorze e trinta. Tem como objetivo o estudo e o aprofundamento democrático quanto às verdades relativas de ponta apresentadas nos verbetes da enciclopédia da conscienciologia a partir do livre debate e da interação grupal harmoniosa, cosmoética e interassistencial.
Além das tertúlias conscienciológicas, atualmente o local abriga também as atividades do círculo mentalsomático, aos sábados, das nove às dez horas e quarenta e cinco minutos. Trata-se da reunião de autores de livros publicados e autorandos, pesquisadores afins e público em geral para debater temas, questões e desafios de cunho evolutivo, incentivando prioritariamente a autopesquisa e a escrita conscienciológica.
E aos domingos, também das 9h às 10 horas e quarenta e cinco, a tertúlia matinal tem o objetivo de expor temas conscienciológicos por pesquisadores veteranos, capazes de promover a participação do público presente, predispondo ao bem-estar pessoal e à automotivação para a pesquisa das especialidades da conscienciologia.
Todas as atividades são gratuitas, sem pré-requisitos e abertas ao público.
A pedra fundamental deste projeto foi lançada em vinte e dois de abril de dois mil e sete, com assinatura do arquiteto e conscienciólogo Everton Santos. Conta com um área construída de oitocentos e vinte e três metros quadrados, foi erguido em apenas onze meses e inaugurado em trinta de novembro de dois mil e oito.
A materialização deste megaempreendimento foi possível a partir da contribuição financeira das diversas instituições conscienciocêntricas e seus voluntários, com especial destaque para a AIEC, a ARACÊ e o CEAEC.
O tertuliarium surgiu a partir da ampliação natural do trabalho de esclarecimento de ponta realizado com as tertúlias conscienciológicas, representando necessária e importante atualização estrutural com o objetivo de oferecer ambiente confortável e otimizado aos tertulianos, consolidando a equipe intrafísica (equipin) de voluntários e ampliando a equipe extrafísica (equipex) de amparadores.
Desde sua inauguração, o tertuliarium se transformou no maior ponto de convergência entre voluntários da conscienciologia e de recepção de novos visitantes e pesquisadores na Cognópolis, já tendo recebido diversas personalidades do campo das ciências, das artes e da política. Desde vinte e um de dezembro de dois mil e treze, o tertuliarium abriga também a encyclossapiens, instituição conscienciocêntrica dedicada aos estudos, pesquisas, ensino e produção dos verbetes da enciclopédia da conscienciologia. É responsável também pela direção conjunta das tertúlias conscienciológicas com o CEAEC.
No hall de entrada encontram-se, à esquerda, as publicações dos livros mais recentes dos autores da conscienciologia e, no painel à frente da entrada, as publicações de matérias em revistas de destaque em Foz do Iguaçu, no Brasil e no mundo. A palavra calma, colocada no alto do painel frontal, serve de orientação para consciências intrafísicas – conscins – ávidas por informação e muitas vezes ansiosas por acessar e vivenciar rapidamente as ideias de ponta da conscienciologia; e para consciências extrafísicas – consciexes –, interessadas em ampliar seus conhecimentos principalmente quanto à experiência prática de viver nesta dimensão, que será seu próximo desafio ao renascerem.
À direita está a rampa de acesso ao auditório e agora convidamos você a caminhar por ela até chegar ao hall da entrada principal onde, à sua direita, você encontrará um mirante com vista parcial para a Cognópolis.
Você chegou agora ao auditório do tertuliarium. Reserve os instantes iniciais da experiência para observar este ambiente peculiar atentamente, a começar pela grande cúpula, a acústica, a disposição das cadeiras e a ambiência em geral, tudo apropriado aos debates. Não esqueça de perceber sua interação com as bioenergias que aqui se manifestam.
O auditório tem capacidade de trezentos e quarenta e seis lugares, sendo oito desses reservados para cadeiras de rodas. Os assentos são estofados e possuem pranchetas para notebooks e caderno de anotações. A plateia está distribuída em sete níveis.
A cúpula metálica tem onze metros e vinte de diâmetro e altura interna de treze metros e dez, do ponto central ao piso, equivalente a um prédio de mais de quatro andares.
No centro, a mesa do professor está colocada sobre uma plataforma metálica, central e giratória, acionada através de controle remoto.
Do lado direito, estão a sala de áudio e vídeo, para a gravação dos eventos
e transmissão das tertúlias via internet, com seis câmeras, junto a sala de coordenação e monitoria. todos os ambientes são climatizados.
Seguindo pelo lado esquerdo, nas paredes estão distribuídas onze placas que destacam conteúdos relevantes e prioritários para a conscienciologia, com o objetivo de chamar a atenção dos visitantes, que talvez identifiquem nelas algum assunto de seu interesse e relacionado com a sua programação existencial atual. Tem especial destaque a placa contendo o princípio da descrença, proposição fundamental e insubstituível da conscienciologia.
O grande diferencial do tertuliarium é sua característica interassistencial qualificada, fixada a partir do trabalho diário, contínuo e disciplinado do professor Waldo Vieira desde a inauguração, reflexo de um ambiente intelectual, equilibrado, harmônico, atrator de consciências em busca de esclarecimento, que são atendidas com o suporte de consciências amparadoras mais avançadas, dedicadas à evolução no planeta.
A Aleia dos Gênios da Humanidade é uma fileira de bustos de personalidades que fizeram grandes contribuições à humanidade, perfiladas em meio ao elaborado paisagismo do Campus.
são cento e setenta e três bustos já instalados, mas a meta é a homenagem a quatrocentas personalidades históricas.
São filósofos, escritores, políticos, cientistas, educadores, músicos, navegadores, artistas, inventores, homens e mulheres, de procedências e épocas diferentes e variadas.
O objetivo da exposição dessa fileira de cabeças geniais é evocar o exemplo construtivo e humanitário dessas pessoas em todas as áreas do conhecimento humano, a fim de levar ao questionamento e às reflexões.
O que eu tenho feito para tornar a vida social mais saudável, criativa e harmoniosa? qual a minha contribuição para a humanidade? tenho deixado registros por meio de textos publicados com ideias que possam promover o bem-estar social? compartilho com meus pares inspirações e meus melhores pensamentos, sentimentos e energias?
Aproveite este passeio biográfico e teste seu conhecimento: o que você sabe sobre as contribuições dessas personalidades?
Fique à vontade para bater fotos com aqueles bustos com que mais simpatizou. quais cabeças você admira ou não? por quê? qual sua relação com elas?
Tal caminho reflexivo, denominado caminho da lógica, lhe conduzirá a uma viagem histórica pela cognição humana até chegar ao Holociclo.
Este departamento chama-se holociclo e é dedicado à produção intelectual da conscienciologia, em especial à enciclopédia da conscienciologia.
A conscienciologia pode ser considerada, de certo modo, uma teoria da consciência derivada das ideias filosóficas de Sócrates. Para ele, a sabedoria consistia em conhecer-se a si mesmo, tornando-se ciente dos próprios limites. Por sua vez, a essência da metodologia investigativa da conscienciologia é a autopesquisa, exercício constante do autoconhecimento de modo teórico e prático.
O nome holociclo é a junção de duas palavras: “holo” que significa conjunto, e “ciclo”, termo derivado de enciclopédia (enkyklos, em grego). O holociclo é um conjunto de enciclopédias e dicionários com a finalidade de auxiliar a redação da enciclopédia da conscienciologia.
Essa obra de referência foi proposta e organizada por Waldo Vieira, tendo início em mil novecentos e noventa e oito, ainda no Rio de Janeiro, onde ele morava.
Teve continuidade a partir de dois mil, em Foz do Iguaçu, aqui no holociclo.
Quando Waldo vieira transferiu sua residência para dentro do campus CEAEC em julho do ano dois mil, pediu para organizar o holociclo de acordo com o seguinte princípio: “os fatos orientam a pesquisa”.
A partir desse princípio, três coleções foram selecionadas para este espaço: a coleção de jornais, revistas e periódicos, chamada hemeroteca, que possui mais de meio milhão de notícias classificadas em cinco mil temas, de onde extraímos os fatos. A coleção de léxicos, que inclui dicionários, vocabulários, glossários e obras afins, formando a lexicoteca, com mais de sete mil itens classificados em mil e seiscentos assuntos diferentes; e a coleção de enciclopédias com mais de um volume que se encontram nas estantes, compondo a encicloteca.
Os dicionários e as enciclopédias auxiliam na análise dos fatos.
Todo trabalho de pesquisa do holociclo está fundamentado no princípio da descrença que diz o seguinte: “Não acredite em nada, nem mesmo no que lhe informarem no holociclo. Tenha suas experiências pessoais”. Os pesquisadores da conscienciologia não utilizam crenças em suas abordagens, mas a experimentação pessoal.
Devido à complexidade do objeto de estudo, ou seja, a própria consciência, que inclui eu, você e todas as pessoas, tenta-se reunir no holociclo todo cabedal do conhecimento humano.
A biblioteca da conscienciologia é o acervo de milhares de artigos, periódicos especializados, apostilas, manuais, tratados, dicionários e a própria enciclopédia da conscienciologia. é a única biblioteca do holociclo, sendo especializada em conscienciologia.
Possui mais de duzentos e setenta itens diferentes no total, sem considerar duplicatas e as múltiplas edições de livros, além de noventa e oito livros conscienciológicos em língua portuguesa, sessenta e dois autores de livros sobre conscienciologia, vinte livros conscienciológicos publicados em outros idiomas (espanhol, inglês, alemão, italiano e chinês); dezenove títulos de revistas diferentes; e trinta e nove jornais de conscienciologia diferentes. esses dados são de dezembro de dois mil e dezesseis.
Nesta ponta da megamesa de mármore branco de vinte e um metros, é possível observar e consultar catorze revistas especializadas em conscienciologia expostas nos porta-livros.
Esse mesmo local, por quinze anos, era onde professor Waldo Vieira se sentava para trabalhar no holociclo em suas pesquisas sobre a consciência humana.
Qual a sua impressão sobre o acervo conscienciológico? Algum tema lhe chamou atenção?
A lexicoteca é composta por essas duas fileiras de mesas de léxicos. É organizada em ordem alfabética de temas dos dicionários e obras afins, tais como glossários, manuais, guias e vade-mecuns. Todo o acervo está disposto de modo horizontal sobre as mesas, a fim de facilitar a visualização e o manuseio das obras, seguindo a técnica do campo visual.
Os seguintes dicionários são destaque na lexicoteca:
Primeiro: o maior léxico do holociclo, em relação às dimensões ou tamanho da obra, é “The Columbia Encyclopedia”, que possui trinta e um centímetros de altura, vinte e quatro de largura e oito e meio de profundidade. Possui cinquenta mil verbetes ou entradas envolvendo assuntos do mundo todo. É classificada como enciclopédia geral.
Segundo: o menor dicionário do holociclo, do tamanho da ponta de um dedo, é o dicionário de nomes próprios do autor Antonio S. Silva, publicado em dois mil e um. Contém o significado e a origem de trezentos e oitenta nomes próprios.
A propósito, você sabe qual o significado do seu nome? O primeiro passo no autoconhecimento começa por essa singela mensagem.
Terceiro: outra curiosidade é o dicionário de sonhos, trazendo sugestões de interpretação para cenas, objetos e seres que compõem o universo onírico da consciência.
E, por fim, os dois dicionários mais antigos do holociclo: o de máximas, pensamentos e reflexões, do Marquês de Maricá, de mil oitocentos e trinta e nove e o Nouveau dictionnaire portatif des langues française et portugaise, de F. S. Constancio, de mil oitocentos e cinquenta e seis.
Além desses dicionários, existem muitos outros peculiares, tais como: dicionário das parteiras, dicionários de fobias, dicionários de regionalismos com os diferentes modos de falar do brasileiro de acordo com o estado que reside (baianês, cearês, porto-alegrês, entre outros) e muitos outros.
Os léxicos idiomáticos ocupam o primeiro lugar do ranking com maior quantidade de dicionários. Dentre os diversos idiomas dicionarizados, ressalta-se os bi e trilíngues: albanês-italiano, árabe-português, bósnio-inglês, espanhol-maia, português-inglês-mandarim, dentre outros.
Você está convidado a passear pelos corredores lexicográficos do holociclo e observar a variedade cognitiva das áreas de manifestação humana.
Quais dicionários lhe chamam atenção? De qual você mais gostou? A qual você sentiu algum tipo de aversão? A reação aos dicionários também pode ser fonte de autoconhecimento.
A hemeroteca é um labirinto ideativo, uma fonte inesgotável de fatos que, quando analisados em conjunto, ampliam a visão de mundo pessoal. Pela associação de ideias e confrontação de fatos, chega-se à ideia original.
A hemeroteca é a maior “teca” ou coleção desse edifício. Em março de dois mil e dezessete, havia quinhentos e oitenta e três mil, novecentos e sessenta e sete notícias ou matérias disponíveis para pesquisa, em vários idiomas.
As notícias dos periódicos são recortadas, classificadas e por fim distribuídas em pastas e cubas de plástico, organizadas em ordem alfabética de temas. Essa sequência de procedimentos constitui a técnica do cosmograma. A letra “a” é a que possui maior número de pastas.
O exercício dessa técnica possui caráter lúdico e altamente informativo. Os voluntários especialistas em periódicos passam a olhar para os jornais, por exemplo, de modo totalmente diferente, passam a ter um olhar mais técnico e curioso sobre o cotidiano social, inclusive relatam sentir um processo terapêutico ao canalizar seu foco para o mundo fora de si, tornando-se menos egocentrados.
Alguns temas curiosos: abrir mão; abandono animal; aconchego botânico; acerto grupocármico; cataratas do iguaçu; células-tronco; emoção; habilidade inata; impactoterapia; nanotecnologia; paragenética; parapsicologia; reurbanizações; síndromes; sorriso; tratados de paz; zoofilia.
Dentre todos esses, destaca-se a temática personalidade. São mais de 160 nomes de personalidades históricas e contemporâneas com matérias de periódicos já selecionadas para consulta. Por exemplo: Abraham Lincoln, Angela Merkel, Alfred Dreyfus, Gorbachev, Sérgio Vieira de Mello, Zilda Arns, dentre outros.
Muitas das cabeças geniais expostas na aleia dos gênios da humanidade possuem pastas com recortes selecionados através dos quais podem ser melhor conhecidas e compreendidas. Por exemplo: Balzac, Hanna Arendt, Hipátia de Alexandria, Jean-Jacques Rousseau, Marie Curie e Platão.
As pessoas que trabalham no holociclo são voluntárias. Possuem vida pessoal, profissional e doam parte de seu tempo disponível semanalmente a alguma tarefa intelectual.
O CEAEC apenas é formado por duzentos voluntários. considerando-se as mais de duas dezenas de instituições vinculadas à conscienciologia em Foz do Iguaçu, o total ultrapassa oitocentas pessoas.
Na condição de local de produção intelectual da conscienciologia, o holociclo possui setenta equipes técnicas, entre elas, autores, bibliografistas, lexicógrafos, orismólogos, parafenomenologistas, paremiologistas e tradutores. Algumas delas trabalham dentro do holociclo e outras, fora.
As equipes externas ao holociclo são as que constituem cada instituição e organismo vinculado à conscienciologia. cada instituição é especializada em uma área do conhecimento conscienciológico.
Um exemplo é o conselho internacional de neologística (CINEO), ligado a uma das instituições e dedicado a emitir pareceres sobre a criação e consolidação da terminologia conscienciológica. O CINEO é formado por voluntários provenientes da área da linguística.
Quanto às equipes internas do Holociclo, destacam-se duas: a equipe de cosmoanalistas, composta por voluntários especialistas na análise dos fatos cotidianos por meio das notícias divulgadas nos periódicos; e a equipe de fichadores mentaissomáticos, que realizam o registro dos dados bibliográficos das notícias selecionadas dos periódicos e das obras de referência do holociclo.
As pessoas que exercem as tarefas intelectuais do Holociclo costumam relatar a melhoria dos atributos mentais, por exemplo, a concentração, a clareza e a ordenação do pensamento, o detalhismo, ao mesmo tempo em que sentem maior acalmia emocional e psicomotora.
A encicloteca possui os seguintes tesouros do conhecimento:
Primeiro: enciclopedia universal ilustrada europea-americana, da editora espanhola espasa-calpe, com cento e dez volumes. caracteriza-se mais como dicionário enciclopédico. apesar dessa controvérsia, você sabia que ela é considerada uma das enciclopédias mais importantes do mundo? são os volumes pretos com letras douradas nas duas prateleiras mais altas da estante.
Segundo: enciclopedia europea, da editora italiana garzanti, com dezessete volumes.
Terceiro: la grand encyclopedie, enciclopédia francesa de mil oitocentos e oitenta e seis, com trinta e um volumes, uma iniciativa de substituição da famosa, já rara e obsoleta encyclopédie.
Quarto: na língua inglesa, a maior e mais famosa enciclopédia é a encyclopedia britannica. No holociclo, há as edições de mil novecentos e cinquenta e mil novecentos e sessenta e quatro, com seus vinte e três volumes, além dos índices.
Quinto: dentre as enciclopédias brasileiras, constam as seguintes: grande enciclopédia delta-larousse, enciclopédia mirador internacional e enciclopédia barsa, com quinze, vinte e dezesseis volumes respectivamente.
Além dessas mais famosas, existem muitas enciclopédias temáticas, como a biblioteca dos escoteiros mirim, organizada pela empresa de walt disney; e enciclopédias específicas sobre ciência, arte, civilização, família, mulher e outros assuntos, com rico valor histórico e cultural.
Na estante próxima à placa da workstation ii, merecem destaque as seguintes:
A enciclopédia japonesa, com trinta e cinco volumes.
A grande enciclopédia portuguesa e brasileira, com quarenta volumes, que retrata portugal e brasil nos seus aspectos lexicográfico, corográfico, histórico, artístico, científico, político, social e desportivo.
A enciclopédia saraiva do direito, obra brasileira com setenta e oito volumes.
Você já pensou em se tornar enciclopedista? Você é da opinião que enciclopédia é coisa do passado? Se você se sentiu desafiado, procure se informar com os voluntários a respeito da participação na enciclopédia da Coscienciologia.
A holoteca do Campus CEAEC é um centro dinâmico de pesquisa, educação, produção e difusão científico-cultural. Ambiente destinado à pesquisa e exposição de artefatos do saber, reúne bens culturais, classificados e organizados em coleções (tecas) para que as pessoas possam estudar, pesquisar, investigar, enfim, tomar contato com o conhecimento e desenvolvê-lo.
Os centros culturais cultivam clima de amizade e compreensão mútua, estimulando a intelectualidade e a sociabilidade. O principal diferencial da holoteca em relação a outros centros culturais é considerar o parapsiquismo como fator de potencialização cognitiva e socioafetiva.
Na holoteca, aberta ao público diariamente para consulta e visitação desde dois mil e três, o leitor encontra vasto repertório de fontes bibliológicas e museológicas. Através do exame detalhado e exaustivo desses artefatos do saber é possível expandir atributos como memória, discernimento, associação de ideias, criatividade, intelecção e juízo crítico. O acervo data de mil novecentos e quarenta e um, ocasião em que o professor Waldo Vieira, na época com nove anos de idade, começou a organizar os mais de mil e duzentos livros em cinco idiomas que faziam parte da sua biblioteca. Em mil novecentos e noventa e seis, o conteúdo acumulado até então foi doado para o CEAEC e, no ano de dois mil, transferido para o atual prédio da holoteca.
A pequena biblioteca particular de mil novecentos e quarenta e um deu origem a holoteca pública cujo acervo, em dois mil e dezesseis, ultrapassou a marca de novecentas mil peças, classificadas em mais de trezentas tecas. Dentre elas, merecem destaque as coleções de livros (biblioteca), de obras raras (raroteca), de dicionários (lexicoteca), de recortes de jornais (hemeroteca), de conchas (conquilioteca), de selos (filatelioteca) e a gibiteca, considerada uma das maiores coletâneas de histórias em quadrinhos da américa latina, contendo exemplares de vinte e dois países e em dezesseis idiomas.
O potencial didático das coleções permite diversificar atividades educativas voltadas para a disseminação da ciência e ampliação da visão de mundo. Tais atividades consistem em aproximar temas científico-culturais das comunidades, ampliando o interesse pelas ciências, estimulando a preservação do patrimônio cultural e ambiental.
As instalações da holoteca estão divididas em 5 espaços:
Holociclo. Laboratório de produção científica da holoteca, promove ações de democratização da erudição, disponibilizando para consulta o acervo relativo a 3 importantes coleções: encicloteca, lexicoteca e hemeroteca.
Biblioteca. A biblioteca concentra obras de diversas áreas do conhecimento e apresenta como peculiaridade a expressiva quantidade de títulos relacionados à história do parapsiquismo e aos fenômenos parapsíquicos. São livros e periódicos utilizados nas pesquisas do professor Waldo Vieira. Na monumental obra do autor, merecem destaque os clássicos da conscienciologia, que ultrapassam a marca das 30 mil páginas contidas em 28 volumes.
Salão de consulta. Espaço dedicado aos usuários da biblioteca. Os livros são solicitados na área de atendimento e consultados nas cinco estações de pesquisa, nas quais estão disponíveis para consulta imediata, além de dicionários, os principais tratados da conscienciologia.
Salão de exposição. Local para visitação da mostra denominada expoconscienciologia que retrata em vitrines e painéis, a trajetória da conscienciologia na cidade de Foz do Iguaçu. Os painéis apresentam uma síntese da trajetória de Waldo Vieira, do Campus CEAEC e da cognópolis, evidenciando também características da cidade de fronteira. Nas vitrines, encontram-se expostas obras do propositor da conscienciologia e documentos históricos da instituição, além de objetos do acervo das coleções da holoteca ilustrando os temas: natureza, humanidades, território, pacificação, cognição e parapercepções.
Reserva técnica museológica. Dos cento e vinte um mil itens do acervo museológico da holoteca, apenas duzentos e três estão na exposição permanente expoconscienciologia. Os demais objetos encontram-se divididos em três salas que compõem a reserva técnica e são conhecidos quando realizadas exposições temporárias.
Para atender as necessidades decorrentes do crescimento do acervo, dos projetos e do público usuário, será construído o megacentro cultural holoteca, projetado pelo renomado arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.
Esse projeto ambientará suas atividades na sede e no entorno do megacentro cultural holoteca transformando o bairro cognópolis em uma espécie de museu a céu aberto.
O CEAEC conta com 17 laboratórios de autopesquisa consciencial. Ao modo de câmeras de reflexão, os laboratórios conscienciológicos reúnem condições para o experimentador investigar a si mesmo.
A pesquisa laboratorial conscienciológica tem por fundamento o paradigma consciencial, em que o pesquisador é instrumento e objeto de pesquisa.
Por isso, os experimentos laboratoriais são realizados individualmente, sem a presença de outro pesquisador ou professor; com exceção do laboratório acoplamentarium e de conscienciografologia. A pesquisa laboratorial coloca o pesquisador em conexão consigo mesmo.
Enquanto os laboratórios convencionais funcionam, em geral, com equipamentos, máquinas e instrumentos para mensurar desde condições fisiológicas até físicas, nos laboratórios de autopesquisa consciencial a lógica se reverte. Para a tarefa pesquisística, o experimentor utiliza enquanto recursos livros, planilhas para registro e conta com a sensibilidade parapsíquica, a partir da qual tem a possibilidade de captar ideias a respeito de si mesmo e identificar facetas a serem melhoradas.
Por serem ambientes otimizados para a autoexperimentação, os laboratórios predispõem o pesquisador a entrar em contato com as chamadas consciências extrafísicas amparadoras, cujo papel é auxiliar no aprofundamento da autopesquisa.
O resultado do experimento é avaliado pelo próprio pesquisador e serve como fonte de informação para abastecer o banco pessoal de dados da autopesquisa. Para a obtenção de bons resultados, recomenda-se a repetição dos experimentos.
Cada laboratório tem temática própria, possibilitando ao pesquisador refletir sobre determinados aspectos pessoais, além de identificar, superar ou melhorar traços da própria personalidade. Entre inúmeros outros atributos a serem pesquisados e trabalhados nos laboratórios estão o comportamento mediante a autorganização, a relação de casal, a capacidade intelectual, o domínio emocional e a aplicação de técnicas parapsíquicas.
Você chegou ao marco central do CEAEC, local de importante simbologia por diversos motivos e que hoje abriga a Praça da Paz.
Para começar, foi aqui que, em mil novecentos e noventa e cinco, iniciaram-se as construções do complexo do campus, conjunto de todos os ambientes e construções que hoje você está visitando.
Este também foi o ponto escolhido para o lançamento da pedra fundamental do bairro da Cognópolis, representada pelo monumento à paz mundial.
Este monumento, que se encontra à sua frente, é composto por um megálito, fragmento de rocha granítica medindo sete metros de altura com base de um metro e quarenta por oitenta centímetros. Esta rocha é originária do município de Ataléia, em Minas Gerais.
Solicitada pelo professor Waldo no início da construção do CEAEC, a implantação do megálito aconteceu em dezessete de julho de dois mil e treze, e é a expressão da força concreta e objetiva do voluntariado conscienciológico nos esforços de pacificação do planeta.
O paradigma consciencial traz a paz na condição de sustentáculo e cultura. Essa cultura de paz é o conjunto de valores, atitudes, modos de pensar, sentir e agir baseados na preservação da vida, na postura pacificadora da reeducação para o diálogo, no respeito às liberdades de pensamento e expressão, no compromisso da mediação anticonflitiva assumido consigo mesmo e com os outros. Fundamenta-se nos princípios de liberdade, solidariedade, democracia, diversidade cultural e no intercâmbio positivo entre pessoas, grupos e sociedades.
Circundada pelos laboratórios conscienciológicos, a Praça da Paz, com a forma monumental e a força geoenergética do megálito, atrai visitantes e inspira a implantação de outros ícones pacifistas, a exemplo do mastro instalado para hasteamento da bandeira da onu; da inscrição da palavra paz em diversos idiomas; da ponte interparadigmática; e da presença da rosa dos ventos associada aos pontos cardeais. Isso tudo simboliza a aceleração dos debates e dos mecanismos para a defesa dos direitos humanos; os pactos de cooperação entre pessoas, instituições e nações; o fortalecimento da liberdade de pensamento, da fraternidade e da solidariedade entre indivíduos e grupos sociais. A paz orientando os passos evolutivos.